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Epifânia Évora ou simplesmente “Dona Tututa”, um retrato singelo de uma vida longa e preciosa caldeada de melodias, de músicas, através das quais venceu preconceitos, superou barreiras edificadas pelos tempos; um percurso singular de alguém que marcou a sua época, cuja vivência simboliza naturalmente a cabo-verdianidade; uma personalidade de dimensão maior que se destacou no palco da vida contracenando com os melhores, entre os quais alguns dos mais proeminentes músicos/compositores cabo-verdianos de diferentes gerações (Beleza, Bana, Cesária Évora).

 

O nome e o inestimável contributo desta singular instrumentista/compositora, filha de Mindelo e destas ilhas, ficarão para sempre inscritos na tessitura da música popular cabo-verdiana. 

 

Partiu a mulher, ficou a lenda…

 

Neste momento de dor e consternação, em meu nome pessoal e no da nação cabo-verdiana, endereço aos familiares, amigos e admiradores as nossas mais sentidas condolências…

 

JORGE CARLOS DE ALMEIDA FONSECA 

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publicado às 20:50